Conheça os 15 projetos inovadores que movimentaram a Baixada Santista nos últimos dois meses

Foram dois meses de atividades e ações promovendo os bens comuns, buscando soluções criativas para os problemas das cidades e compartilhando conhecimentos por toda Baixada Santista.

De um encontro de culturas caiçara à prototipagem de um sistema de alerta contra enchentes; da implementação de uma agrofloresta na aldeia Paranapuã à oficina de cinema de guerrilha para mulheres; oficinas; rodas de conversa; festivais de arte e cultura e muito mais.

O Circuito LABxS (Lab Santista) 2018 distribuiu bolsas de R$ 1500 reais para 15 projetos selecionados via chamada pública. As ações foram realizadas nos meses de abril, maio e junho de 2018 na Baixada Santista.

Os projetos contemplados pela chamada pública #CircuitoLABxS vão apresentar as narrativas de suas ações na quinta-feira, 14/6, às 18h30, no Teatro Guarany ( Praça dos Andradas, 100. Santos-SP).

Clique aqui para ver a lista dos 15 projetos que vão apresentar o resultado de suas ações no evento.

No total, foram recebidas 123 propostas e a seleção foi realizada por júri externo.

O festival de inovação cidadã foi organizado pelo Instituto Procomum e LABxS (Lab Santista).

Quando a inovação surge das demandas e urgências da sociedade

Para Marina Pereira, produtora do Instituto Procomum e coordenadora do Circuito LABxS 2018, a edição 2018 do festival foi potente, político e diverso. “Os 15 projetos mostraram que a inovação cidadã torna-se uma ferramenta de inclusão e promoção dos bens comuns quando surge de demandas urgentes da sociedade”, comentou.

“É poderoso e inspirador perceber que grupos historicamente marginalizados e excluídos podem criar projetos inovadores e criativos que melhoram e transformam a vida das pessoas”, disse Marina Pereira.

A produtora do Circuito LABxS 2018 acredita que assim podemos juntos resolver problemas complexos da sociedade. “Os proponentes dos projetos têm forte ligação com a temática das propostas e eles mesmos apontam soluções para problemas que vivem, valorizando seus saberes e redes de colaboração”, conclui.