PERMACULTURA

O Projeto GerminAção tem como prioridade o estudos e práticas continuadas a respeito da implantação de sistemas agroflorestais aliada com produção de canteiros de baixa irrigação (murundum/huguelkultur) em ambientes urbanos.
O registro e compartilhamento destas experiências tem formato de reprodução simples e livre, de forma a ser acessado e multiplicado, é uma prática que será aplicada durante todos os processos.
Os encontros e oficina acontecerão com base nas dinâmicas e metodologias estudadas pelo projeto GerminAção, afim de identificar e acolher múltiplos saberes de forma que eles sejam potencializados coletivamente.
Os principais conceitos são: divulgar projetos/pessoas, viabilizar o acesso a estes conhecimentos, sistemas agroflorestais adaptados para ambientes urbanos, conectar pessoas e criar metodologias de multiplicação.

Guardiões


Mariane Soares
Atualmente cursa Design na USP. Sendo grande entusiasta do Design Sustentável, se uniu ao GerminAção para fomentar a realização de projetos nesta linha, além de dar suporte à produção de conteúdos gráficos em mídia física e digital.
Acredita no compartilhamento do conhecimento como ferramenta para a transformação da sociedade.

Lucca Gallardo
Formado em Ciências Biológicas pela UNISANTOS e Educador Ambiental do Projeto GerminAção. Vê a música, a arte e o “fazer junto” como formas de trazer mudanças positivas para a sociedade e para a natureza. Utiliza a Permacultura e os Sistemas Agroflorestais como base para seu aperfeiçoamento pessoal e profissional.

Andréia Botelho
Formada em Agricultura Urbana, Introdução a Permacultura e em Design Permacultural, atualmente desenvolve trabalhos em parceria com o Projeto GerminAção.
Com uma proposta prática de experimentação de técnicas e novas tecnologias, acredita na troca como alicerce para multiplicação destas tecnologias.

Filipe Ramos

Educador ambiental e eterno estudante. É um dos idealizadores do Projeto GerminAção. Formado em Ciências Biológicas pela UNISANTOS. Acredita no ativismo prático e na comunicação como ferramentas de união e transformação.

CULTURA HACKER

O Santos Hacker Clube irá ativar o Hacker Space no LabXs. Iremos projetar e implementar as ferramentas, móveis e organizar o espaço a ser utilizado por amantes de tecnologia livre, para que eles possam utilizar seus conhecimentos e técnicas para empoderar cada vez mais outras pessoas.

Guardiões


Gilson Oliveira Junior
Profissional de Tecnologia da informação, formado pela FATEC e FGV, músico e batuqueiro de maracatu no Quiloa, é um curioso por natureza que acredita que o acesso universal a informação e tecnologia é um poderoso agente de melhora da qualidade de vida.

Thiago Ferauche
Mestre em Tecnologia da Informação Aplicada, pela Pós-Graduação do CEETEPS Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (2011), possui pós-graduação em Processos da Informação pela UFU – Universidade Federal de Uberlândia (2004), e graduação em Engenharia de Computação pela UNISANTA – Universidade Santa Cecilia (2001). Atualmente é Agente de Tecnologia da Informação no Tribunal Regional do Trabalho da 2º região SP, atuando como Coordenador de Arquitetura de Software, professor da Universidade Católica de Santos e Centro Universitário UNIMONTE.

Caio de Marco
Caio de Marco é designer, hacker, consultor maker e permacultor. Fundou o Ateliê Hacker onde desenvolve protótipos de dispositivos luminescentes, tecnologias vestíveis e artemidia através da eletrônica artesanal e fabricação digital. Atualmente da suporte a projetos no Laboratório de Inovação Dínamo.

Acotirene’s- construção de memórias em grupo e negritude

O grupo Acotirene’s- construção de memórias em grupo e negritude,  está organizado em três eixos:

1- Encontro para leitura e  estudo aberto para pessoas negras independente de gênero: nesse momento serão discutidos questões ligadas ao recorte etnico-racial;
2- Vivências e investigação de campo, com o objetivo de conectar pessoas e lugares que tenham como campo de ação as atividades e práticas em Negritude, no território da Baixada Santista;
3- Elaboração de uma “Agenda Preta”, com um ciclo de atividades.

Temas do Primeiro Ciclo de Trabalho: Construção e resgate de memória; Educação, Cultura, Práticas de Autocuidado e Genocídio Negro. Os encontros ocorrem semanalmente.

Guardiões


Ornella Rodrigues

“Ornella Rodrigues é poeta, feminista, do axé, e fotógrafa. Formada em Letras, pós graduada em psicopedagogia. Foi colaboradora da Casa de Cultura da Mulher Negra de Santos, fundada por Alzira Rufino e voluntária nos núcleos Educafro, ministrando aulas de literatura, redação e coordenando ações de enfrentamento ao racismo institucional. Colaborou com o surgimento dos conselhos de juventude das cidades de Santos e São Vicente e também já atuou como educadora social.
Atualmente dedica-se à produção literária, promoção de novas autoras negras, difusão da escrita poética entre mulheres e está desenvolvendo a performance “Tsunami”. É mulher negra em movimento.


Simone Santos
Formada em Administração de Empresas, trabalha há 18 anos em uma escola da rede particular no setor financeiro e administrativo, Pós em Cultura Afro-Brasileira (em andamento), pesquisadora do movimento corporal e suas possibilidades, praticante de Eutonia há mais de 17 anos.  Integrante do Coral Madrigal Unisantos por 10 anos, Modelo Vivo (SECULT), Integrante do Grupo Quiloa Maracatu, Intérprete/criadora do Laboratório de Movimento – CAIS e do Coletivo Brincar (Elas).

Marília dos Santos Fernandes

De formação acadêmica na área educacional,. É professora de Educação Infantil e Fundamental há mais de dez anos na rede privada de ensino; Estudou no Instituto Brincante (São Paulo, SP), E frequentou as aulas de Dança dos Orixás no Instituto Ilú Obá de Min (São Paulo, SP).
É arte-educadora e facilita oficinas de dança afro-brasileira.
Marília procura em seus encontros de dança experimentar uma pedagogia própria. A abordagem poético-corporal permeia suas oficinas onde os participantes visitam histórias geográficas e corporais tendo como ponto de partida o corpo negro.


Marina Pereira

Pajés, mães de santos, benzedeiras, quilombolas, povos originários, a avó ribeirinha e seus  avós paternos alagoanos e retirantes, são seus mestres e responsáveis pelos passos no campo da Produção Cultural e Educação Social. O conhecimento das ruas, dos terreiros, das aldeias, das favelas, das rodas de violão,  são suas inspirações e de onde transformo a teoria em prática e a prática em teoria. Fez parte de projetos como Coqueiro Coletivo , Infecxiosas, Casa Rizoma  e mais recentemente o Instituto Procomum, de Recife à São Paulo segue buscando encontros e pessoas que respirem coragem e aspirem mudanças.