GT MEMÓRIA E NEGRITUDE

O grupo Acotirene’s- construção de memórias em grupo e negritude,  está organizado em três eixos:

1- Encontro para leitura e  estudo aberto para pessoas negras independente de gênero: nesse momento serão discutidos questões ligadas ao recorte etnico-racial;
2- Vivências e investigação de campo, com o objetivo de conectar pessoas e lugares que tenham como campo de ação as atividades e práticas em Negritude, no território da Baixada Santista;
3- Elaboração de uma “Agenda Preta”, com um ciclo de atividades.

Temas do Primeiro Ciclo de Trabalho: Construção e resgate de memória; Educação, Cultura, Práticas de Autocuidado e Genocídio Negro. Os encontros ocorrem semanalmente.

GUARDIÃS

Ornella Rodrigues

“Ornella Rodrigues é poeta, feminista, do axé, e fotógrafa. Formada em Letras, pós graduada em psicopedagogia. Foi colaboradora da Casa de Cultura da Mulher Negra de Santos, fundada por Alzira Rufino e voluntária nos núcleos Educafro, ministrando aulas de literatura, redação e coordenando ações de enfrentamento ao racismo institucional. Colaborou com o surgimento dos conselhos de juventude das cidades de Santos e São Vicente e também já atuou como educadora social.
Atualmente dedica-se à produção literária, promoção de novas autoras negras, difusão da escrita poética entre mulheres e está desenvolvendo a performance “Tsunami”. É mulher negra em movimento.

Simone Santos

Formada em Administração de Empresas, trabalha há 18 anos em uma escola da rede particular no setor financeiro e administrativo, Pós em Cultura Afro-Brasileira (em andamento), pesquisadora do movimento corporal e suas possibilidades, praticante de Eutonia há mais de 17 anos.  Integrante do Coral Madrigal Unisantos por 10 anos, Modelo Vivo (SECULT), Integrante do Grupo Quiloa Maracatu, Intérprete/criadora do Laboratório de Movimento – CAIS e do Coletivo Brincar (Elas).

Marília dos Santos Fernandes

De formação acadêmica na área educacional,. É professora de Educação Infantil e Fundamental há mais de dez anos na rede privada de ensino; Estudou no Instituto Brincante (São Paulo, SP), E frequentou as aulas de Dança dos Orixás no Instituto Ilú Obá de Min (São Paulo, SP).
É arte-educadora e facilita oficinas de dança afro-brasileira.
Marília procura em seus encontros de dança experimentar uma pedagogia própria. A abordagem poético-corporal permeia suas oficinas onde os participantes visitam histórias geográficas e corporais tendo como ponto de partida o corpo negro.

Marina Pereira

Pajés, mães de santos, benzedeiras, quilombolas, povos originários, a avó ribeirinha e seus  avós paternos alagoanos e retirantes, são seus mestres e responsáveis pelos passos no campo da Produção Cultural e Educação Social. O conhecimento das ruas, dos terreiros, das aldeias, das favelas, das rodas de violão,  são suas inspirações e de onde transformo a teoria em prática e a prática em teoria. Fez parte de projetos como Coqueiro Coletivo , Infecxiosas, Casa Rizoma  e mais recentemente o Instituto Procomum, de Recife à São Paulo segue buscando encontros e pessoas que respirem coragem e aspirem mudanças.